A gente vive constantemente fazendo coisas, se preocupando com dinheiro e saúde, parentes, pessoas que amamos, pensando em nossos desejos e o que vamos comer no jantar. Tudo isso acontece diferente pra cada pessoa, com diferentes importâncias pra cada uma dessas coisas. Cada um na sua bolha pessoal de realidade.
A forma com que nos apropriamos intelectualmente de conceitos e formas faz parte da realidade subjetiva. O positivismo que impera em nossa sociedade acaba por desvalorizar o que vem de dentro. Aliás, nem a ciência funciona mais como uma "igreja": o que funciona é o controle do comportamento das massas humanas por meio de seus dados na internet, principalmente nas redes sociais. Aquilo que pensamos, dependendo da frequência de nosso tempo na internet, foi friamente calculado para gerar comportamentos em prol de gerar riquezas para marcas ou influencias politicas. Assista "O dilema das redes", na Netflix, e terá visto tudo.

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